A questão é: não torço contra o Brasil.
Há toda uma filosofia por trás da minha revolta em torcer contra a SELEÇÃO do Brasil na Copa.
Odeio esses rompantes de nacionalidade que o povo sofre nessa época. Porque todos só usam as camisas do Brasil na Copa? Porque as bandeiras só são balançadas agora?
Muita gente me chamou de doida por torcer contra o Brasil. “Estás torcendo pra Argentina?”. “Louca”.
Não torço contra o Brasil. Só não gosto de hipocrisias.
No mais, Brasil não é sinônimo de futebol. É muito mais que isso.
Eu amo a merda desse país de graça, ganhando ou perdendo a Copa.
E se tiver que me vestir de verde e amarelo, ou mesmo colocar uma bandeirinha no carro, vai ser agora.
Quem sabe as coisas não mudam no futuro e eu não deixo de ser “do contra” como todo mundo falou.
Que venha a Copa de 2014.
Bamos, bamos Argentina!
Taí um dos filmes mais legais que já assisti. Se amo os desenhos de animação por natureza, por esse aí eu fiquei apaixonada.
É lindo
Você ri do que começo ao fim do filme. E para os mais sentimentais, dá até pra chorar.
O que é o Ken metrossexual que mora na casa da Barbie? T-U-D-O.
E o Buzz dançando tango?
Não deixem de ver.
RECOMENDADÍSSIMO.
Nota: 10!

É água com açúcar e logo logo deve estar na sessão da tarde.
O cachorro manco da Jennifer é um dos principais no filme, roubando muitas cenas, sem contar na parte que uma louca está parindo dentro de uma piscina de plástico, enfim...
Como sempre falo, o filme até pode ser mais ou menos, mas a companhia sempre compensa.
Nota: 7,2

Na nossa última noite em Natal, ou melhor, em Pipa, fomos a uma creperia (lembro de tudo isso!!! rsrsrs). Estávamos sentadas na janela, observando um gatinho (lindo)que estava na mesa de fora e, ao nosso lado, tinha dois caras sentados (simpáticos).
Eles sairam da mesa por um instante e eu falei pra DOIDA: "me fu....!!! ele não tem lingua!" Como assim nao tem lingua? Menina, procurei, procurei e nada. BOCA OCA. Rs. Ela: "ah...eu gostei do meu". Então tá, vamos pro sambinha todos juntos, amiga é pra isso.
Chegamos no sambinha e eu não sou muito de dançar, mas diante das circunstâncias, virei uma mulata de primeira....rsrsrsrs. Continuei ficando com o BIPOLAR, mas sem "nhengo-nhengo". No entanto, DOIDA e NEGUSCO estavam tipo "namorandinho" e o BIPOLAR tava com olho grande pra cima deles. Não parava de falar, não sei se era indireta pra mim, enfim.
Em determinado momento, BIPOLAR, um tanto nervoso, disse para NEGUSCO: "bora embora daqui, eu não quero ficar aqui". Eu, DOIDA e NEGUSCO ficamos com vários pontos de interrogação na cabeça porque o ambiente tava muito agradável. É verdade que tinha umas pessoas estranhas, mas isso tem em qualquer lugar. Aliás, em decorrência disso, até fiz uma brincadeira pra ver se ele se acalmava um pouco, mas não teve jeito. Ele disse: "eu não quero ficar aqui, se vocês quiserem, podem ficar, eu vou embora". Já fiquei P. e disse: "Calma, não me bate". Ele pediu desculpas e disse que não tava se sentindo a vontade e nós dissemos que estávamos juntos e que iríamos ficar juntos.
NEGUSCO puxou BIPOLAR para um canto e conversou com ele por alguns minutos. Eu e a DOIDA ficamos discutindo sobre o comportamento dele e concluimos que ele era, no mínimo, BIPOLAR. Só que naquela altura do campeonato, ele conseguiu me tirar totalmente do sério, TOTALMENTE.
Quando os dois retornaram, BIPOLAR pediu desculpas e perguntou se eu tinha me chateado. Prontamente respondi: "Eu tô P. porque eu não gosto de gente doida. Tu não precisavas ter falado daquele jeito, estamos todos juntos, era só você ter falado civilizadamente que não tava bem que a gente ia embora. Mas não, vieste com a tua loucura! Vai te tratar".
Fiquei com a DOIDA e o NEGUSCO curtindo o som. Depois de um tempo, BIPOLAR retorna dizendo que tinha uma festa muito legal em um bar ao lado. Ainda me convidou pra ir, mas eu disse que só iria se a DOIDA e o NEGUSCO fossem. Passou um tempo, fomos ver se havia uma sorveteria aberta e, como não estava, fomos para o dito bar. Durante a caminhada, BIPOLAR não parava de falar do casal DOIDA e NEGUSCO. Não sei se era inveja, mas aquilo tava me incomodando e toda vez que ele fazia um comentário sobre os dois, eu respondia: "Doido, deixa os caras serem felizes".
Ficamos mais algum tempinho no bar e resolvemos ir embora. BIPOLAR e eu vinhamos na frente e eu pedi para que ele não me acompanhasse, mas ele insistiu porque "tinha instinto protetor". Merda! Não preciso de ninguém pra me proteger. Eu tava com muito abuso daquele doido. A DOIDA e NEGUSCO vinham atrás (só love). Vira e mexe, BIPOLAR olhava para trás e comentava do love dos dois. Égua, eu sai do sério! "Ei...deixa os dois serem felizes, para de te incomodar".
BIPOLAR soltou a pérola: "a Adriana de agora é diferente daquela do início da noite". Eu respondi: "Claro, eu já te falei que não gosto de gente doida!!" Ainda disse que queria ser meu amigo. Ah vai...pode esperar!!!! Os dois nos deixaram no hotel e foram embora. Assim que entramos, DOIDA disse: quero voltar pra festa e eu comecei a rir! Respondi que também queria. Demos um tempo e voltamos.
Ainda encontramos de longe com os dois, mas nao nos aproximamos. Ficamos mais uns 40 minutos, mas já tava meio que "fim de festa" e fomos embora.
O mais interessante de tudo é que teve um momento que perguntamos a NEGUSCO o que tinha acontecido com BIPOLAR e ele respondeu: Não, não gosto dele. Putz. Como será viajar com alguém que você não gosta? DOIDA, te lovu!!!!
Bom, esse é mais um fato verídico dessa vida mais ou menos.

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha.
Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope. - Vai depilar o quê? - Virilha. - Normal ou cavada?
> Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?- Ok. Marcado.
> Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha
apresentável. E lá fui.
Assim que cheguei, Penélope estava esperando.
Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.
Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor.
De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas.
Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.
Uma mistura de Calígula com O Albergue.
Senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim.
Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha.
Ali estavam os aparelhos de tortura.
Vi coisas estranhas.
Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.
Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão.
Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo,
mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada? - É... é, isso. Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda. - Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia ***** nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.- Assim? - Não, querida. Que nem borboleta, sabe?
Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado. - Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação.
E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem.
Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.
Não tive coragem de olhar.Achei que havia sangue jorrando até o teto.
Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu (ambulância).
Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha".
Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou.
A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.
Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios? - Não, eu quero só virilha, bigode não.- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.Mas topei. Quem está na maca tem que se ***** mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas.
Estavam bem perto dali.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
"Me leva daqui, Deus, me teletransporta".
Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada.
Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida.
E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?- Hein?- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope.
Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?- Hein? - Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda. Tive vontade de chorar.
Eu não podia ver o que Pê via.
Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê.
Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena?
Nem minha ginecologista.
Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria: - Tudo bem, Pê?- Sim... sonhei de novo com o ** de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade.
Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.
Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia.
Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera.
Achei que a bunda tivesse ido toda embora.
Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali.
Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais.
Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
*****.. por que não arrancou tudo de uma vez?
Virei e segurei novamente a bandinha.
E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos.
Era dor demais, vergonha demais.
Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito.
Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.- Máquina de quê?!-
Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa *****... - Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho?
Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao **. O que seria baixar a calcinha?
E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?- Pode, vai lá, deixa a ***** grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso.
Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas.
Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso.
Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada. Queria comprar o domínio www.preserveasbucetaspeludas .com.br
(achei esse texto na net... mas não tem link... espero que a dona não me brigue por ter postado, mas é que achei cômico...)
"Acho que já esperei demais, perdi oportunidades lícitas de expressa você os sentimentos que estão guardados dentro do meu coração.
O tempo não espera e nem do tempo a ele mesmo.
A vida estar passando, oportunidades passaram continua na mesmice, sofrendo por não agir, por não expressar minha dor, por não revelar meu amor.
Enchi-me minha alma de coragem, preparei meu coração controlei meu íntimo para revelar meu amor.
Talvez, eu nunca te disse nada por medo, mais querendo de ter certeza de ser correspondido.
Querendo não persuadir com minhas fantasias.
Apenas não queria aumentar minha dor.
Você é minha alegria, minha paz..., você é minha vida.
Te adoro. "
Se vocês conseguirem me dizer o que ele quis dizer com "oportunidades lícitas", "o tempo não espera e nem do tempo a ele mesmo", "enchi-me minha alma", "querendo não persuadir com minhas fantasias", me expliquem porque até hoje não entendi.
Beijos.

Imagina quando essa fofa chegar na nossa idade! O nome do post é Laís porque é o provável nome da filha de uma das eguinhas desse blog! rsrrsrsrsrs :O

Bom, acho que é isso, ou melhor, RESUMIDAMENTE, é isso, afinal de contas, nem tudo pode ser exposto.
Bem, imaginem quando vc está tendo uma conversa altamente desagradável e irritante com uma pessoa, que além de atingir de graça e propositalmente a tua pessoa também agride a tua profissão e vc em razão de ter uma relação profissional com o cara não pode entrar no jogo dele e revidar no nível que ele merece.
Puts! Vc se sente mastigando uma "burracha", bem dura, sendo que, a sua vontade era de quebrar a cara da pessoa de porrada, em razão de sua idiotice.
Pois bem! Vamos contar como tudo começou.
Linda, conheceu Burrachudo, através de uma amiga, quando todos ainda faziam faculdade.
Essa amiga apesar de ter se declarado para burrachudo, se deu conta que o mesmo havia ficado interessado em Linda.
Linda, nunca se interessou por Burrachudo, porem ficaram amigos. Sendo que, após a faculdade, a amizade continuou por mais de dez anos, sendo que sempre quando Linda e Burrachudo se encontravam, este afirmava em alto e bom som, para quem quisesse ouvir que Linda era o amor de sua vida.
Após alguns anos, Linda e Burrachudo, por circunstâncias da vida, perderam contato, vindo a se reencontrarem muito tempo depois, quando descobriram que tinham amigos em comum.
Burrachudo, sempre quando estava solteiro, procurava Linda para pedir para marcar de sair, eis que, sempre fora apaixonado por Linda, porém sempre na hora "H", desaparecia.
Linda, que nunca se interessou por Burrachudo, nem se importava com esse tipo de comportamento, porém sempre achou que era uma atitude digna de uma pessoa carente de maturidade.
Que um belo dia, Burrachudo precisou contar com os serviços profissionais de Linda, que o prestou da melhor forma possível.
Durante a resolução da pendência profissional de Linda e Burrachudo, o mesmo ainda insistia com suas investidas e propunha sempre a mesma coisa - pedir para marcar de sair, eis que, sempre fora apaixonado por Linda, porém continuava a sumir na hora "H".
Porém desta vez, Linda ficou tentada a dar uma chance a Burrachudo, porém como ainda se encontrava pendente a relação profissional existente entre ambos, decidiu que primeiro receberia os valores monetários que este lhe devia, para depois dar inicio a uma relação "mais intima" com Burrachudo.
Porem mais uma vez, Burrachudo sumiu sem dar noticias, sendo que Linda, apenas reencontrou Burrachudo quando do pagamento da primeira parcela do valor que este lhe devia.
Que no referido dia, Linda combinou de se encontrar com Burrachudo, em uma instituição Bancaria, sendo que pela primeira vez na vida, viu alguém chegar atrasado para receber dinheiro - que no caso era Burrachudo.
Pois bem, na fila da agencia bancaria Burrachudo solta a seguinte pérola:
_ Voltei com Kassandra! Eu amo ela! Ė a mulher da minha vida!
Quando terminei com ela, tudo começou a dar errado.
Linda, pensou: Helllllloooo alguém perguntou alguma coisa? Quem se importa? Eu quero é receber o meu dinheiro.
Linda, com um sorriso no rosto disse :
- Que bom! Eu sabia que vcs iam voltar de novo!Vcs sempre terminam e voltam.
Depois da transação bancaria, Burrachudo se ofereceu para dar uma carona até a casa para Linda e esta que não estava de carro, aceitou a carona.
Ao atravessar a rua, Linda pediu para Burrachudo ter cuidado, pois este havia sacado uma grande quantidade de dinheiro, e poderia ter alguem observando, eis que Burrachudo solta a segunda pérola:
_ Os únicos que estão olhando, estão olhando para vc que esta uma gata! Isso já enroscando as mãos na cintura de Linda!
Em seguida solta a terceira perola:
_ Vc ta namorando?
Hellllllllllllllllllllo! Esse cara é no mínimo é doido.
Segundos atrás fez juras de amor a Kassandra e em seguida despeja essa carrada de cafajestice.
Durante o trajeto para casa, Burrachudo compara seu relacionamento com Kassandra, com a sua relação com o seu cachorro.
Hehehehehehhehehehehe. Nessa hora, Linda não sabia se ria com tanta baboseira ou se vomitava de nojo.
Para completar o rol de idiotices de Burrachudo, esse ainda se gaba de ter conseguido um trabalho, em razão de ter em seu arquivo, uma foto de um copo de cerveja com poeira dentro.????????????????????????????????????
Ai nesse momento, Linda se imaginou mastigando uma "burracha" bem dura, pois estava tão indignada com tanta asneira, que não sabia se pulava fora do carro ou se vomitava na cara de Burrachudo.
Para finalizar, Burrachudo ainda disse que, ia usar o dinheiro que acabara de receber, para comprar uma guitarra e uma máquina fotográfica.
Meu Deus ! Quanta inutilidade.
Mas enfim, cada um com seu cada um né.
Ao se despedir de Linda, pediu para o motorista cuidar bem dela, porque ela era o amor de sua vida.
Puts!
Quando o cara dá para ser cafajeste, ele abusa, galera.





